O Departamento de Água e Esgoto de Americana destacou, nessa segunda-feira (7), a importância da preservação ambiental, através do plantio de 100 mudas de espécies nativas da região às margens do Rio Piracicaba, em APP localizada na ETE Carioba. Além de promover a educação ambiental entre funcionários e convidados, o DAE inicia, assim, um apoio mais ativo aos esforços da Prefeitura Municipal de Americana para neutralizar as emissões de gás carbônico, através do projeto Carbono Zero.
A ação teve o apoio do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí - Consórcio PCJ – cujo Programa de Proteção aos Mananciais doou as mudas – e da Secretaria de Meio Ambiente, e a presença do diretor geral do DAE, Rumoaldo José Kokol, e demais membros da diretoria da Autarquia, do secretário de Meio Ambiente, Jonas Santarosa, e do coordenador do Projeto de Proteção aos Mananciais, Guilherme Valharine, além dos funcionários que foram da Sede do DAE à Ete, no ônibus Linha Ecológica, para participar do plantio de mudas e do café da manhã, juntamente com diretores e convidados.
“A realização de iniciativas como essa vai transformar o DAE em um Departamento ecológico, que é realmente a vocação da Autarquia”, afirmou Kokol. “Isso envolve a monitoração dos cursos d’água e as visitas às escolas também. Já começamos e não vamos mais parar. O meio ambiente e a população dessa cidade são nossa prioridade”, concluiu o diretor geral.
Para o secretário de Meio Ambiente, a programação ambiental do DAE que comemorou o Dia do Meio Ambiente – ocorrido no último sábado (5) – teve extrema importância. “Esse foi um ato significativo: o DAE está trabalhando em conjunto com a PMA, interagindo e fazendo acontecer. É assim que são as questões ambientais, multidisciplinares e exigem toda a colaboração que puder ser oferecida”, ressaltou Santarosa.
Jonas ressaltou ainda que no mês de maio, o Projeto Carbono Zero atingiu a marca de 90 mil mudas plantadas, em Americana, neutralizando, assim, o CO2 que foi produzido nos anos de 2008 e 2009. O cálculo realizado foi de 5 mudas de árvores para cada tonelada do gás liberada na atmosfera. “Seriam 31.600 mudas, mas arredondamos para 45 mil por ano, para garantir uma margem de cobertura”, declarou Santarosa.